Passar Cartão Às Ações Visa? O Passado, Presente e Futuro dos Pagamentos Eletrónicos

Agosto 02, 2021 07:44 UTC
Tempo de leitura: 19 minutos

Trata-se de marca reconhecida à escala global cujo nome possui apenas quatro letras. Ela é utilizada por empresas, famílias, e por si para comprar produtos e serviços ou levantar dinheiro em caixas eletrónicas.

Falamos, é claro, da empresa americana Visa.

Índice

Introdução

Investir em ações Visa significa especular acerca do líder mundial em métodos de pagamento e, mais concretamente, no seu cartão bancário.

A Visa conta-se entre uma das únicas empresas financeiras que recuperou rapidamente da crise gerada nos EUA pelas hipotecas subprime.

Desde a sua IPO em 2008 até a Abril de 2021, o valor das suas ações experienciou uma capitalização de cerca de 14.000%.

A empresa opera num setor sensível às evoluções/perturbações tecnológicas. No entanto, a Visa dispõe de ativos que lhe permitem tirar proveito das tendências de maior volume que se acentuam.

Neste momento, a empresa está a avançar progressivamente na direção da tecnologia digital e da mobilidade.

Embora não seja de todo uma mudança que ocorrerá da noite para o dia, a Visa está a considerar o abandono do cartão bancário no futuro em virtude das novas soluções de pagamento que vêm surgindo nos últimos anos e, principalmente, devido ao aumento de pessoas que optam por pagar pelos seus serviços e bens por intermédio dos seus smartphones.

Por outro lado, os grandes bancos estão a enfrentar maior escrutínio e exigências sobre a transparência dos seus negócios e movimentações “behind the scenes”.

Graças ao seu excelente histórico em termos patrimoniais e financeiros, as ações Visa são consideradas como um fundo estável a ter em portfólio.

Se estiver interessado em efetuar um investimento de médio ou longo prazo, é sempre recomendável, senão essencial, analisar os seus fundamentos intrínsecos (negócios, história, dados macroeconómicos, dividendos), o seu histórico de cotação em bolsa e os riscos-recompensas.

História da Empresa

A Visa foi fundada com o lançamento do cartão de crédito BankAmericard, pelo Bank of America em Setembro de 1958. Este foi rapidamente posto em concorrência com o Master Charge (hoje conhecido por Mastercard).

Milhares de bancos locais deixaram de utilizar cartões bancários locais, privilegiando ao invés o BankAmericard e o Master Charge.

Isto promoveu um monopólio a dois no setor de pagamentos, onde Visa e Mastercard detinham uma fatia de mercado superior a 80% no final da década de 2010.

Durante a década de 1970, o cartão BankAmericard alterou o seu nome para Visa para que melhor, e mais facilmente, fosse reconhecido e aceite pelos mercados internacionais.

Na mesma década, dá-se o surgir do pagamento eletrónico. Os cartões Visa Classic e Premier foram introduzidos em circulação em 1977 e 1979, respectivamente.

As décadas de 1980 e 1990 marcaram o pico da expansão internacional da marca Visa. A empresa americana tem beneficiado da rede global de caixas eletrónicas instaladas em localizações de maior movimento.

Em Março de 2008, a Visa foi listada na Bolsa de Valores de Nova York como Visa Inc., a um preço inicial de 43,5$ por ação. Em Setembro de 2013, a Visa ingressou no Índice Dow Jones Industrial, conjuntamente com a Goldman Sachs e a Nike.

Com o objetivo de se manter competitiva no setor de novas tecnologias de pagamento online, a Visa adquiriu também:

✅ A startup japonesa Paidy; especializada em soluções de pagamento online sem cartão de crédito, em Agosto de 2018

✅ A startup da Califórnia, Very Good Security; especializada no processamento de dados digitais sensíveis, em Janeiro de 2020

Vamos analisar na secção seguinte qual o modelo de negócio das ações Visa, mas primeiro, e de modo a perceber melhor a evolução do preço das ações Visa, recomendamos que descarregue a plataforma de trading MetaTrader 5. Clique no banner que se segue para iniciar o download GRATUITO:

Modelo de Negócios Visa

A premissa na qual o modelo de negócios da Visa está assente, é a de fornecer um serviço de pagamento confiável, transparente e seguro para empresas e consumidores.

A empresa americana oferece uma vasta gama de produtos com a marca Visa, como cartões pré-pagos, de débito e de crédito (Visa Classic, Visa Electron, Visa Infinite, Visa Platinum, V Pay, etc.).

Num mundo focado no digital e na mobilidade, a Visa tem vindo a acelerar a transformação de seu modelo de negócios para o pagamento digital, criando ofertas como o Visa Checkout para comércio online, Visa Token Service para instituições financeiras, empresas físicas e afiliadas ou Contactless Visa, para facilitar o contato e pagamento por smartphone.

Considerando que os consumidores estão progressivamente mais receptivos à utilização dos seus smartphones como meio de pagamento, a Visa trabalha em colaboração com grandes nomes do setor tecnológico como a  Apple, com a Apple Pay, a Alphabet, com a Google Play e com a Samsung, através da Samsung Pay.

Os negócios da Visa estão divididos em quatro atividades distintas:

✴️ Receitas de serviços: referem-se às receitas obtidas mediante a utilização dos diversos cartões de pagamento Visa.

✴️ Receitas de processamento de dados: referem-se à receita obtida nos processos de pagamento (autorização, processamento, compensação, liquidação).

✴️ Receitas de transações internacionais: referem-se ao processamento e regulamentação de pagamentos transfronteiriços e conversões de divisas.

✴️ Outros serviços: incluem taxas de licença para utilização da marca Visa, serviços de concierge, etc.

A empresa opera em 200 países e 53,7% do seu faturamento é obtido no estrangeiro, embora os Estados Unidos sejam o seu maior mercado.

Concorrentes Visa

Neste momento, o setor de pagamentos atravessa uma acelerada transformação com a democratização da tecnologia digital.

A inovação tecnológica está a alterar os hábitos dos consumidores e a promover oportunidades de crescimento, como o e-commerce, a tecnologia de blockchain, pagamentos móveis e moedas digitais.

A tecnologia tem vindo a virar o jogo a favor de novas entradas de players no mercado, particularmente àqueles que oferecem serviços de alto valor agregado, a baixo custo e que redefinem o ambiente regulatório, por vezes desafiando-o.

Em termos absolutos, a Visa é concorrente de todas as formas de pagamento. Isto envolve pagamentos em dinheiro, cheques e os diversos métodos de pagamento eletrónico.

Internacionalmente, os concorrentes de maior peso da Visa incluem a Mastercard, American Express, Union Pay, Western Union, JCB e Discovery.

Em termos regionais e locais, entre os principais concorrentes da Visa estão incluídos a STAR, NYCE e Pulse nos Estados Unidos, a Interac no Canadá, a EFTOS na Austrália e a Mir na Rússia.

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Acionistas Visa

O grosso dos acionistas da Visa é constituído, sobretudo, por investidores institucionais. A maioria destes são empresas de gestão de ativos.

O Grupo Vanguard ocupa a maior posição, com 8,05% do capital. À Vanguard seguem a Blackrock, a T. Rowe Price Associated e a State Street SSga Funds, com 4,78%, 4,6% e 4,34% do capital.

Devemos também considerar a presença da Fidelity Management & Research, Geode Capital Management e Massachusetts Financial Services.

A Visa é também propriedade do infame, quase de estatuto lendário, magnata do mercado de ações, Warren Buffett, através da Berkshire Hathaway com cerca de 10 milhões de títulos adquiridos.

Análise das Ações Visa

A sua IPO de sucesso, em 2008, foi rapidamente ofuscada pelo rebentar da bolha das hipotecas subprime, com a falência da Lehman Brothers no seu apogeu.

No início de 2009, o valor das ações da Visa retomou a sua ascensão até a um máximo, movimentação que tinha iniciado em Maio de 2008.

Fonte: Plataforma MetaTrader5 da Admirals. Gráfico mensal VISA(#V). Intervalo de dados: 1 de Março de 2008 a 30 de Julho de 2021. Gráfico elaborado a 30 de Julho de 2021 às 08h30 GMT. Tenha em atenção que retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Posteriormente, o setor financeiro entrou num período de instabilidade, entre 2010 e 2011, e o preço das ações Visa sofreu ligeiramente, denotando uma queda ligeira.

Em Novembro de 2011, as ações Visa conseguiram furar a resistência de Maio de 2008 e Abril de 2010, perto dos 23$ por título.

Desde esse período até Janeiro de 2014, o preço das ações Visa cresceu dos 23$ para 54$ por título, uma capitalização de 134,8%.

Seguiu-se uma legítima consolidação de mínimos durante largos meses, até que as ações Visa estipularam novos valores constantes, entre 2015 e 2018, chegando mesmo a ultrapassar a barreira psicológica de 100$ por ação em bolsa de valores.

Entre Outubro e Dezembro de 2018, as ações Visa caíram quase 20%, perdendo terreno em termos de capitalização de mercado para os seus principais concorrentes.

Em 2019, as ações Visa voltaram à ribalta, atingindo novos máximos históricos, com crescimentos superiores a 63%.

O ano de 2020 começou muito bem para as ações Visa em bolsa, mas a sua ascensão foi interrompida abruptamente pela crise gerada pela pandemia Covid-19. No espaço de dois meses, a empresa norte-americana perdeu mais de 37% da sua capitalização de mercado e atingiu o nível mais baixo registado, em Fevereiro de 2019.

Contra todas as probabilidades, o preço das ações Visa tem vindo a recuperar dramaticamente, atingindo mesmo novos máximos em Agosto e Dezembro de 2020.

Desde Janeiro de 2021, a Visa tem sido vítima/beneficiária de rotação de setor, em virtude dos investidores que praticam swing trading. Um efeito que, nos meses que se precederam, rapidamente se deixou de sentir, com as ações Visa a estipular uma vez mais máximos históricos.

A evolução gráfica do preço das ações Visa na bolsa de valores, mostra-nos que a tendência a longo prazo tem sido de crescimento desde o findar da crise das hipotecas subprime. Todas as quedas de mercado foram consideradas como oportunidades de entrada a desconto pelos investidores.

Isto significa que os fundamentos intrínsecos do líder mundial em métodos de pagamento são bastante sólidos, tanto a nível empresarial como financeiro.

Veremos a seguir como o excelente registo dos seus dividendos nos faz considerar as ações Visa como um título essencial para investidores que desejem construir portfólios de rendimento passivo.

Dividendos e Rendimentos das Ações Visa

Se você for investidor das ações Visa desde a IPO de 2008, a sua participação ter-se-á multiplicado exponencialmente graças ao poder dos juros compostos.

A somar, os dividendos das ações Visa têm aumentado todos os anos. Os dividendos das ações Visa cresceram de 0,053$ por ação, em 2008, para 1,22$ em 2020, representando um crescimento cumulativo superior a 2.200%, assim como a cimentação de 12 anos consecutivos de aumento de dividendos

Uma vez que a taxa de crescimento do preço das ações Visa na bolsa de valores tem sido muito significativa nos últimos anos, o rendimento dos dividendos das ações Visa torna-se menos atraente, situando-se em torno dos 0,7%.

Este valor contrasta diretamente com o desempenho médio das empresas cotadas no índice S&P500, que em 2020 se situava perto dos 1,6%. Por outras palavras, o rendimento de dividendos das ações Visa encontra-se bastante abaixo da média do mercado dos EUA.

Dito isto, o ponto-chave que os investidores valorizam são os fundamentos inerentes ao negócio: qualidade do negócio, receita e crescimento da receita, margens, lucratividade e crescimento do fluxo de caixa.

Fonte SeekingAlpha:

  • 2015: 0,5$
  • 2016: 0,59$
  • 2017: 0,69$
  • 2018: 0,88$
  • 2019: 1,05$
  • 2020: 1,22$

As ações Visa mantiveram-se resolutas face à crise da pandemia Covid-19, dando-se mesmo à liberdade de aumentar os seus dividendos, em contraste com a generalidade do mercado.

Este é, por definição, um teste de fogo do seu negócio num período económico conturbado. Por outro lado, as ações Visa deixaram claro que não precisa de se preocupar com o impacto nas contas, em virtude do pagamento de dividendos.

A empresa mantém um rácio de pagamentos relativamente baixa (dividendo/lucro por ação) de cerca de 25-26%.

Além disso, os índices de endividamento são relativamente baixos e, assim sendo, as ações Visa não teriam dificuldades em obter novos recursos para perpetuar os seus negócios.

As agências de classificação independentes, Moody's e Standard & Poor's, atribuíram às ações Visa as classificações financeiras de qualidade premium, AA3 e AA-, respectivamente.

Riscos e Vantagens das Ações Visa

As ações Visa desfrutam de vantagens competitivas sustentáveis ​​significativas, e partilham de um monopólio a dois com a Mastercard em serviços de pagamento.

Segundo dados do Relatório Nilson, a Visa detém cerca de 62% do market share em volume total de compras com cartões de crédito e débito nos Estados Unidos.

A sua dimensão e presença em 200 países concedem-lhe uma vantagem significativa em termos de controlo de mercado sobre os seus concorrentes.

A marca Visa tem popularidade internacional. O que lhe permite assegurar a sua liderança nos cinco continentes. Na verdade, a Visa está entre as 100 maiores marcas do mundo, de acordo com o relatório anual global da Interbrand, de 2020.

O surgir de métodos de pagamento online e as reticências dos comerciantes em relação às altas taxas cobradas pela Visa não impediram a expansão de seu modelo de negócios. Graças à Visa estar bem integrada em plataformas de pagamento online como o PayPal, Stripe, Hipay ou Square.

Além disso, se o comerciante não permitir a utilização do Visa, corre o risco de perder clientela que habitualmente recorre a pagamentos com cartão de crédito.

Em termos de riscos, existem três principais a destacados para a empresa ao longo deste artigo.

  1. Risco competitivo. Sendo detentora de altas quotas de mercado, leva a Visa a travar batalhas legais e regulatórias. Não é de admirar que a empresa americana esteja a enfrentar uma ação coletiva, por motivos de violação de direitos de consumidores e dos seus prestadores de serviços.
  2. Risco evolutivo. O surgir de meios de pagamentos online por intermédio de aplicações móveis e carteiras conduzirão certamente a uma redução na utilização de cartões de crédito e no custo de aquisição de clientes.
  3. Risco de satisfação. Os seus clientes cada vez mais rejeitam o conceito de pagar altas taxas por cada compra. Num futuro próximo ou distante, poderão surgir alianças entre comerciantes e redes bancárias na oferta de um serviço competitivo e, posteriormente, estimular a empresa americana a reduzir as suas taxas.

No entanto, o setor onde a Visa disponibiliza os seus serviços e produtos tem barreiras de entrada que dificultam o acesso de novos participantes.

Além disso, a empresa americana antecipou as mudanças inerentes ao setor, alavancando o seu modelo de negócio na criação de novas formas de gerar receita.

Você mesmo pode comprovar diariamente que é difícil prescindir do Visa para pagar compras, sejam estas essenciais ou não essenciais.

E, mesmo que o cartão físico desapareça, a Visa tem capacidade e recursos suficientes para aproveitar os trends da nova economia.

Fundamentos excelentes tendem a gerar um sentimento de mercado positivo sobre as ações Visa. Portanto, um grande número de analistas financeiros indica que estas constituem uma opção interessante a ser considerada por investidores a longo prazo, que busquem um equilíbrio entre dividendos e crescimento de capital.

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Como investir em Ações VISA?

É frequente que, por uma questão de hábito, tanto investidores particulares quanto traders recorram aos seus bancos de referência com o intuito de comprar ações e construir um portfólio de investimentos. 

No entanto, a Admirals oferece-lhe uma solução personalizada, para que possa adquirir, vender ou realizar trading das ações VISA. 

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A vantagem dos CFDs é a de, além de lhe conferir a possibilidade de alavancagem, permitirem-lhe também lucrar com movimentos ascendentes e descendentes, sendo possível vender ações VISA a descoberto caso antecipe uma quebra no preço destas.

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Como comprar ações VISA?

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André Gomes
André Gomes Criador de Conteúdo

Trader e estudioso de mercados financeiros. Considera a inter-independência, autodidatismo e literacia financeira como ferramentas essenciais para o sucesso. Especialização na área de Medicinas Holísticas.