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Queda Bolsa - Aprenda a Investir Durante a Queda da Bolsa de Valores

Fevereiro 12, 2021 18:30 Europe/Lisbon
Tempo de leitura: 21 minutos

Como Negociar Durante a Queda da Bolsa de Valores com a Admiral Markets

O Coronavírus tem vindo a desacelerar a atividade económica em todo o mundo, mas ainda assim, os mercados de ações que caíram bastante em Fevereiro e Março de 2020, têm vindo a recuperar e em alguns casos chegaram mesmo a alcançar valores mais altos do que antes da pandemia! Mas mesmo com esta recuperação, a economia continua ainda preocupada com a pandemia, e todos se questionam se irá existir novamente uma queda da Bolsa de Valores em 2021!

De facto, o índice americano S&P 500, que é considerado o benchmark do mercado de ações a nível mundial, perdeu mais de 35% entre o pico de 20 de Fevereiro de 2020 e a mínima de 23 de Março. A recuperação de 48% que se seguiu até 8 de Junho, agora parece estar a diminuir, enquanto que os riscos económicos devido ao Covid-19 ainda não recuaram completamente, estando isso ainda muito longe de acontecer.

Este artigo irá mostrar-lhe como pode aproveitar para obter alguns lucros durante a queda da Bolsa de Valores, fique até ao fim!

Definição de Queda da Bolsa de Valores - Ações em Queda

Mas afinal, qual é a definição de uma queda da Bolsa? O que é um crash do mercado de ações?

De acordo com a Wikipedia, "Um crash é uma queda acentuada nos preços de uma classe de ativos, como um mercado financeiro como resultado de um influxo massivo de ordens de venda."

Uma queda da Bolsa de Valores é um "colapso nos preços do mercado de ações", segundo Larousse.

Um crash do mercado de ações, refere-se assim, a uma queda repentina e geralmente inesperada nos preços das ações, após um evento que causou pânico nos mercados financeiros.

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Queda Bolsa - Rumo a Uma Nova Queda da Bolsa de Valores?

De acordo com vários analistas, o risco de existir uma nova queda da Bolsa do em 2021 é bastante significativo, tendo em vista a situação atual e as perspectivas futuras. De acordo com alguns analistas, pode estar a formar-se um novo crash do mercado de ações, mais sério do que a última queda da Bolsa em Fevereiro.

O Impacto do Coronavírus na Economia Deve Durar - Ações em Queda

Para enfrentar os riscos para a saúde devido ao coronavírus, várias economias ao redor do mundo praticamente cessaram todas as suas atividades, confinando milhões de pessoas nas suas casas, na Ásia, na Europa e depois nos Estados Unidos. O vírus e as medidas tomadas para conter a sua propagação destruíram milhões de empregos em todo o mundo.

Quando a pandemia começou a ser controlada, os países começaram a reabrir as suas economias e a retomar as atividades, mas a um ritmo gradual. Os dados económicos começaram então a recuperar, mas a partir de bases muito fracas, com a maioria das estatísticas a atingir níveis historicamente baixos.

Apesar da recuperação, é claro que a economia mundial não irá retornar ao seu estado anterior à crise até pelo menos 2022. O próprio presidente do Fed dos EUA, Jerome Powell, concorda com esta conclusão. Além disso, quando os indicadores PMI dos gestores de compras Europeus aumentaram em Junho, o instituto Markit IHS observou que a recuperação pode começar no terceiro trimestre, mas a força da recuperação pode diminuir em breve. Em particular, eles estimam que provavelmente levará até três anos para que a zona Euro retorne ao seu nível pré-pandémico em termos de PIB.

As empresas podem continuar a falir e os empregos podem continuar a ser cortados para economizar dinheiro, após um longo período de inatividade que colocou muitas empresas em risco.

Novas Ondas de Coronavírus - Queda da Bolsa de Valores

Somando-se ao que foi referido no ponto anterior, existe o risco de mais ondas de coronavírus, que seriam claro, muito destrutivas para a economia mundial. Na verdade, o coronavírus reapareceu em Junho de 2020 com um aumento no número de casos na China, enquanto que nos Estados Unidos, vários estados ainda estão a registar aumentos nas infecções diariamente. Mesmo na Alemanha, um dos países que melhor administrou a crise no mundo, o número de novos casos voltou a crescer após a primeira vaga de infetados.

Desta, a Organização Mundial da Saúde relatou um aumento recorde de casos de coronavírus em todo o mundo a 21 de Junho, com 183.020 novos casos em 24 horas, incluindo cerca de 54.000 no Brasil e mais de 30.000 nos Estados Unidos. Isto poderia, por isso, desacelerar a recuperação económica.

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Bolsa em Queda - Aumento do Número de Infecções e Desconfinamento, o Cocktail Explosivo?

Num momento em que o número de casos de contaminação está a aumentar novamente em todo o mundo, os países continuam a reabrir e a folgar as medidas de contenção. Este foi o caso particular da Europa, com vários países que iniciaram novas fases de abertura durante Junho de 2020.

Mas este também é o caso nos Estados Unidos, onde, por um lado, a cidade de Nova York entrou na fase 2 de desconfinamento a 22 de Junho e onde a Califórnia, Flórida e Texas relataram mais de 4.000 novos casos num dia.

Esta contradição, entre a necessidade da retomada da atividade económica e a necessidade de proteção contra o retorno da epidemia, parece ser o maior perigo para as Bolsas de Valores nos próximos meses.

Investidores Perdem Confiança - Ações em Queda

Após um período de esperança renovada entre os investidores, principalmente diante das medidas de estímulo dos governos e principalmente dos bancos centrais, a preocupação e a incerteza parecem pesar novamente nos mercados financeiros.

De facto, a recuperação do mercado de ações foi muito rápida, talvez rápida demais, de acordo com muitos investidores. As ações retomaram rapidamente a sua trajetória de alta, enquanto que a economia pode levar muito mais tempo para se recuperar da crise, sem falar no risco de existir outra queda da Bolsa de Valores.

Os mercados têm assumido a liderança da economia graças à confiança dos investidores, mas muitas vezes a realidade económica acaba por atingir o mercado de ações.

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Quando Poderá Existir Uma Nova Queda da Bolsa de Valores?

A próxima queda da Bolsa pode acontecer se não existir um maior controlo sobre a propagação do Covid-19, o que irá levar a novos confinamentos e ao fecho de cada vez mais empresas. 

De fato, após a primeira queda na Bolsa em Fevereiro e Março de 2020, os mercados conseguiram recuperar-se acentuadamente entre Abril e meados de Junho. No entanto, os mesmos estão a começar a mostrar sinais de inquietação, à medida que o coronavírus retorna, e os dados económicos permanecem de uma forma geral sombrios, apesar das recuperações significativas desde os níveis mais baixos.

A Dívida Existente - Queda Bolsa

Para apoiar a economia face às restrições de saúde, os governos tiveram de gastar muito em 2020 e irão continuar a fazê-lo por muitos meses. Isto irá, por isso, explodir as dívidas dos governos em todo o mundo.

Vamos relembrar que tal cenário já foi observado durante a crise do subprime de 2008, quando os governos gastaram muito para apoiar a sua economia. Algum tempo depois, em 2011, a Europa viu-se numa crise de dívida ainda mais profunda.

Por isso tenha em conta que isto ainda pode acontecer após a atual crise do coronavírus, onde a dívida pública dos países está a aumentar muito rapidamente.

A agência de classificação Moody's estima que o coronavírus irá aumentar o nível de endividamento dos países mais ricos numa média de quase 20% este ano. Isto é quase o dobro do aumento visto durante a crise financeira de 2008.

A Moody's também observa que os países com um perfil de crédito mais baixo estariam mais expostos a choques económicos e financeiros futuros.

A este respeito, o plano da União Europeia de mutualizar a dívida parece um elemento crucial para possivelmente evitar uma nova queda da Bolsa de Valores. Se o projeto falhar, outro crash do mercado de ações seria ainda mais provável. Nesta fase, alguns países recusam que grande parte do plano de recuperação de 750 mil milhões de euros seja na forma de donativos (500 mil milhões de donativos inicialmente previstos pela Comissão Europeia), em vez de empréstimos.

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Bolsa em Queda - O Que Fazer Com as Ações em Queda?

Uma queda da Bolsa de Valores é o resultado do pânico e do medo nos mercados financeiros. Um crash do mercado de ações é, por isso, caracterizado por uma forte aversão ao risco.

Os mecanismos de mercado, observados durante pequenas fases de aversão ao risco regular, permanecem praticamente os mesmos durante as quedas do mercado de ações.

Nestas fases, os investidores procuram vender ativos "de risco" em favor de ativos "seguros", entrando assim no modo “sem risco”.

Normalmente, os investidores vendem índices de ações e compram títulos e ouro. Com a Admiral Markets, pode negociar CFDs de índices, títulos e commodities como o ouro ou o petróleo.

É aproveitando estas fases de pânico que alguns especuladores ganham muito dinheiro rapidamente, seguindo esse padrão de venda de instrumentos de risco e compra de ativos portos-seguros.

No Forex, também existem as chamadas moedas de alto rendimento (mais arriscadas) e outros pares. Enquanto o AUD e o NZD (alto rendimento) geralmente recuam na fase de risco, os pares como o JPY e o CHF irão subir. O inverso também acontece nas fases de maior confiança.

Como Investir na Queda da Bolsa de Valores Devido ao Coronavírus?

Quer seja um trader de mercado a curto prazo ou um investidor a longo prazo, a volatilidade do mercado de ações continua a ser um fator de risco, mas também oferece muitas oportunidades.

  • Com uma queda generalizada nos preços das ações, os investidores têm uma rara oportunidade de comprar ações a preços muito melhores. Após uma sólida e longa subida nas bolsas de valores, muitos investidores esperavam por uma queda significativa nos preços para voltar a comprar. Se ainda não tem ações no seu portfólio e deseja investir no mercado de ações, uma queda na Bolsa de Valores é provavelmente um dos melhores momentos para fazê-lo. Abra uma conta de ações e de ETFs agora e selecione quais as ações que quer comprar e manter a longo prazo para se beneficiar da queda dos preços das ações.
  • Os traders de curto prazo também podem encontrar oportunidades atraentes através da negociação diária dos movimentos do mercado, tanto para cima quanto para baixo. Esta abordagem pode ser particularmente interessante, por exemplo, ao identificar os principais níveis de preços, negociando-os a curto prazo. Tenha o mesmo cuidado para controlar o efeito de alavancagem e respeitar a boa gestão do dinheiro nestes períodos de alta volatilidade. Utilizar unidades de tempo mais longas do que o normal (30 minutos e uma hora, por exemplo) e negociar índices de ações um pouco menos voláteis, como o DAX 30 ou o CAC 40, pode ajudar os menos experientes a reduzir o risco.
  • Uma estratégia híbrida, e talvez a melhor para quem gostaria de lucrar com uma nova queda na Bolsa de Valores, sem correr muito risco, pode ser comprar ações para o longo prazo e negociar para tentar maximizar os lucros com a volatilidade. Dependendo da sua experiência nos mercados financeiros e do grau de risco que deseja utilizar, pode pesar entre as duas abordagens e optar por colocar uma porção maior do seu capital em investimentos de longo prazo (menos arriscado, mas também menos lucrativo), ou em trading (mais arriscado e potencialmente mais lucrativo). Isto é especialmente fácil com a Admiral Markets, que oferece contas de investimento em ações e ETFs e trading.

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Queda Bolsa - O Que Pode Prevenir Uma Nova Queda na Bolsa de Valores?

Neste momento os investidores estão cada vez mais nervosos e inseguros quanto à continuação da recuperação da Bolsa de Valores, alguns elementos podem vir a consolidar os mercados e permitir evitar uma nova queda na Bolsa de Valores. Podemos citar os seguintes:

  • Melhoria contínua das estatísticas económicas
  • Apoio contínuo de governos e dos bancos centrais, que iria evitar um grande número de falências e demissões
  • Interromper a propagação do Covid-19
  • A descoberta de uma vacina totalmente eficaz contra o Covid-19

Bolsa em Queda - História das Crises do Mercado de Ações

Sabemos que esta foi uma queda acentuada, mas não foi a única queda da Bolsa de Valores. Quais foram então as principais quedas na Bolsa de Valores na história?

Grande Depressão de 1929 - Queda da Bolsa de Valores

O crash do mercado de ações em 1929 tem uma explicação simples. Vamos resumir nos próximos parágrafos o que aconteceu em 1929 que originou a queda da Bolsa:

O crash da Bolsa de Valores de 1929 é o mais famoso da história e o primeiro crash do mercado de ações. A crise começou na "quinta-feira negra", a 24 de Outubro, marcando o início da Grande Depressão e da crise de 1929 que afetou toda a economia dos Estados Unidos e, em seguida, do mundo.

Mas a que se deveu a queda da Bolsa de Valores? Bem, a razão pela qual se deu a queda da Bolsa em 1929 foi uma bolha especulativa alimentada pelo sistema de compra de ações a crédito estabelecido no início dos anos 1920 nos Estados Unidos.

O crash de 1929 causou um colapso de todo o mercado de ações durante os 3 anos seguintes, a crise espalhou-se para a economia real, causando uma longa e profunda depressão económica durante a década de 30.

A crise de Wall Street em 1929 afetaram toda a economia. A queda da Bolsa de Valores em França no mesmo ano, também foi significativa.

A economia começou a recuperar-se no início da Segunda Guerra Mundial, no início da década de 1940. A corrida ao armamento impulsionou a economia e os mercados financeiros.

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Bolha da Internet de 2000 - Ações em Queda

A queda da Bolsa de Valores em 2000, ou o crash da bolha da Internet no mercado de ações, começou em Abril de 2000 e durou 3 anos.

O final da década de 1990 foi muito próspero nos mercados de ações, em particular após a bolha da Internet de 1999 e 2000. Assim, o índice de tecnologia Nasdaq foi multiplicado por 5 desde 1998 até ao pico registado em Março de 2000.

A desaceleração começa em Abril de 2000 após o IPO da Wanadoo e os problemas financeiros da Global Crossing, mas a queda real começa um pouco mais tarde, no final de 2000, tendo sido acelerada com a queda do mercado de ações em 2001, reforçada pelos ataques de 11 de Setembro de 2001.

A quebra do mercado de ações e a crise da bolha pontocom terminaram em 2003, com uma recuperação nos mercados financeiros a partir de Março.

Crise Subprime de 2008 - Queda Bolsa

A queda na Bolsa de Valores de 2008, que se seguiu ao estouro da bolha imobiliária dos EUA em 2007, é mais conhecida como a crise das hipotecas subprime.

Quando os mercados de ações começaram o seu ciclo de queda em 2007, a falência do banco de investimento Lehman Brothers anunciada na Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008, acelerou a queda do mercado de ações de Wall Street em 2008, mas só na Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008, quando a grande crise começou, foi anunciando o início da crise do mercado de ações de 2008.

A bolha imobiliária formou-se após a concessão de empréstimos não garantidos. No entanto, após o aumento da taxa básica de juros do Fed em 2005, que aumentou o custo de reembolso dos empréstimos, o número de incumprimentos começou a subir rapidamente, chegando a 15% em 2007.

A crise imobiliária então começa a se instalar e os preços caem gradativamente, causando uma série de falências de organizações de crédito e fundos de investimento.

A crise das hipotecas subprime e o crash de 2008 então se espalharam rapidamente para o resto do mundo, em grande parte por causa dos mecanismos de securitização, com os quais os empréstimos não reembolsáveis ​​nos Estados Unidos acabaram nas mãos de instituições financeiras. Em praticamente todo o mundo .

A crise financeira de 2008 afetou, direta ou indiretamente, toda a economia mundial, em quase todos os setores.

A crise de 2008 está também na origem da crise da dívida e do crash da bolsa de 2011, devido ao grande esforço de despesa pública dos Estados para salvar os bancos e as instituições financeiras.

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Além destas grandes crises, que são frequentemente citadas, vamos acrescentar mais algumas situações de queda da Bolsa de valores que marcaram os mercados, tais como:

Queda das Tulipas - Queda na Bolsa

A crise das tulipas ocorreu em Fevereiro de 1637 na Holanda, após uma bolha especulativa sobre os preços das tulipas (também chamadas de tulipomania), uma flor que chegou de Constantinopla alguns anos antes e muito popular entre a classe burguesa e aristocrática da Europa.

Logo, as promessas de vender "bulbos" de tulipas através de contratos futuros ultrapassaram as quantidades disponíveis e os preços caíram em 1637. No auge da bolha das tulipas, o bulbo era negociado a um valor equivalente a 20 vezes o salário anual de um trabalhador.

O impacto desta queda das tulipas está dividido entre os historiadores. Alguns dizem que se seguiu uma grave crise económica, enquanto outros relatam que o impacto foi bastante moderado.

Crise Petrolífera de 1973 - Bolsa em Queda

A queda da Bolsa de Valores em 1973, também conhecido como o primeiro choque do petróleo, representou o fim dos Anos Gloriosos, os 30 anos de crescimento económico que se seguiram após a Segunda Guerra Mundial.

Na verdade, a crise de 1973 começou com a forte subida dos preços do petróleo, que passou de US $ 3 em Outubro de 1973 para US $ 12 em Março de 1974, devido ao embargo dos países Árabes produtores de petróleo contra os aliados de Israel, decidido após a Guerra do Yom Kippur. Isto agravou a situação já frágil do mercado de petróleo, após o pico da produção nos Estados Unidos e o abandono dos acordos de Bretton-Woods em 1971.

A forte subida dos preços do petróleo estava assim a sufocar a economia global. As consequências do choque do petróleo de 1973 foram sentidas na economia mundial até 1978.

Um segundo choque do petróleo ocorreu em 1979, por causa da revolução Iraniana e da interrupção das exportações de petróleo pelo país por quatro meses. Os preços do petróleo caíram rapidamente de cerca de US $ 17 para US $ 35, desacelerando a frágil recuperação económica global.

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Queda na Bolsa de 1987 - Ações em Queda

O crash do mercado de ações de 1987 começou na Black Monday a 19 de Outubro de 1987, um dos piores dias de Wall Street, ao lado da Black Thursday a 24 de Outubro de 1929. Na Black Monday, o Dow Jones perdeu 22,6% do seu valor em apenas uma sessão, quebrando assim o recorde anterior, da queda em 1929 (-12,6%). No resto do mundo, a bolsa de Paris perdeu 9,7%, a de Londres caiu 26%, houve ainda uma queda vertiginosa de 46% em Hong Kong..

Crise da Dívida Europeia de 2011 - Queda Bolsa de Valores

O difícil contexto económico e financeiro após a crise do mercado de ações de 2008 está em grande parte por trás deste período de declínio do mercado de ações durante o verão de 2011.

Os Estados Nórdicos registaram fortes défices fiscais após a crise económica de 2008, e o crescimento que fez o seu retorno permanecer extremamente frágil no início do verão de 2011.

Neste contexto difícil, questões como a crise da dívida Grega e a sua possível saída do euro, os riscos de falências de alguns bancos, rumores sobre a dívida Espanhola e o anúncio de eleições antecipadas, uma sucessão de planos de austeridade, números económicos decepcionantes na Europa e nos Estados Unidos, que agravam ainda mais a situação mundial.

Queda da Bolsa de Valores com a Admiral Markets - Conclusão

Se costuma acompanhar os mercados financeiros, deve saber que a confiança dos investidores está a diminuir, e isso reflete-se nos preços do mercado de ações.

Esperemos que este artigo o tenha ajudado a perceber como deve tomar as suas decisões quando o Mercado de Ações apresenta vários sinais de queda, e a economia global aparenta ter algumas fraquezas.

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Este material não contém e não deverá ser interpretado como aconselhamento financeiro, recomendação, oferta ou solicitação para quaisquer transações de instrumentos financeiros. Por favor note que esta análise de negociações não é um indicador confiável de desempenho presente ou futuro, uma vez que as circunstâncias podem mudar ao longo do tempo. Antes de tomar decisões de investimentos, deverá procurar aconselhamento através de consultores financeiros independentes para garantir que compreende os riscos.